terça-feira, janeiro 10, 2012
Quando você se bebe
Quando se derrama
Quando é choro e quando é onda
Sabe quando se é liquido a escorrer pela esquina,
pela escada
Pelo fim, pelo meio, pelo fio
Sabe quando é vapor, fumaça de gelo
Sabe água?
Sabe fluido morno que dá vida
Sabe sopa, sabe mar?
Sabe quando seca
Sabe quando sede, quando cai em cachoeira?
Sobe nuvem? Desce chuva.
Sabe água?
Seja litros.
quarta-feira, novembro 30, 2011
Cefaleia
Uma cidade em guerra civil.
Ah, Cefaleia dos guerreiros doidos, das noites em claro.
Cefaleia dos amores perdidos, das esperanças esvaídas.
Nas tuas ruas, dor. Nas tuas casas fogo.
Cefaleia dos guerreiros sem cansaço.
Procura paz e muda teu nome.
quarta-feira, agosto 17, 2011
Canto #1
Cantei desesperanças à solidão
Mas me vieste tu. Não a flor no deserto, entre rochas proféticas
Mas um jardim no olho da floresta ardente entre arvores maestrais
És o jardim, a floresta e o canto majestoso dos pássaros
É cheiro, cor, Cassandra, colírio, dor, prestigio e desassossego
Pressão real da pulsação do meu peito
És real e denso como a carne que evita, diariamente, ser devorada pelos dentes diurnos, soturnos e idolatrados do cotidiano esfumaçado, pedregoso e asfaltado, mas que no fim da noite reina absoluta e imponente na junção dos corpos suados e insatisfeitos de paixão e luxuria.
terça-feira, agosto 16, 2011
quinta-feira, abril 14, 2011
quinta-feira, abril 07, 2011
Layla.
Kampf Rugdz
quarta-feira, março 16, 2011
domingo, fevereiro 20, 2011
Gaveta
Fechei com força e tranquei com duas voltas.
Lá ficou minha insulina, minha aspirina, meu remédio de pressão
Ficaram o controle da tv, a chave de casa e dois livros
Minha bombinha de asma e o nebulizador
Tranquei a chave da dispensa e o jogo de xadrez
Então, quando percebi, dentro da gaveta estava minha casa
À duas trancas estavam meus sapatos, a gravata e o violão
Cerrado entre as madeiras, meus amigos e duas ruas
Todas as lojas e supermercados
Todos os parques e uma floresta
A casa de campo e meu vizinho
Quando me atinei, a minha volta não tinha nada
Só quatro paredes, um chão e o teto.
Todos de madeira, revestidos com teu cheiro.
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
segunda-feira, fevereiro 07, 2011
O Ovo e o Ego
Quando um desses frascos cansa e percebe que é só mais um. Quando ele vê que nada mais é que um polidor do seu orgulho e vaidade, ele se rebela. E tenta alcançar seu EGO. E o único modo que ele tem de aparecer... de se destacar... o único meio que você deixou ele chegar perto de você... é no seu orgulho, na sua vaidade. E com um grão de areia de esperança arranha seu orgulho. Esse frasco é jogado pra longe... pro canto do salão. E se sente mal e culpado... arranhou uma coisa linda. E assim vão-se todos os frascos. Uns são quase infinitos... outros são esquecidos e evaporam. São poucos os que simplesmente dão as costas e vão embora.
O Homem do Jornal
quinta-feira, outubro 07, 2010
02:40am
Escoa pelos meus dedos
Transborda pelas paredes
Se derrama pelo meu peito
Tanto que me afogo nas horas, me perco nos minutos.
Sufoco a cada segundo
Mas enquanto isto, não tenho uma gota de tempo.
Estou no mar de horas, sem um pingo doce de tempo.
quarta-feira, agosto 11, 2010
Amor
me falta laço, me falta lenço.
Me falta sabor, me falta cheiro.
Me faltam oito peões e um tabuleiro.
Não tenho cama, não tenho berço,
Não tenho terço, não tenho fama.
Não tenho força, não tenho peso,
Não tenho louça, não tenho geso.
Me falta cor, me faltam listras,
Me falta medo, me faltam pistas.
Me falta o riso, me falta pressa,
Me falta o palco me falta a peça.
segunda-feira, agosto 09, 2010
domingo, agosto 08, 2010
Cada cada.
terça-feira, abril 20, 2010
in|verso
Não conheces meu medo, minha graça
Ou minhas vontades e anseios
Não conheces meus sussurros nem meus gritos
Meu cheiro! ... tu não conheces.
Minhas verdades e meus segredos
Minhas definições das coisas alheias
Nem minha raiva ou minha alegria
Não conheces meus momentos felizes nem tristes
Não fazes parte das minhas piadas, nem me faz rir
Não sou teu amigo, nem sou teu namorado
Sou um mero conhecido
Conhecido? eu nem te conheço
sou apenas um mero acaso.
quarta-feira, abril 14, 2010
Mas relembrando Chico, é melhor sofrer em 140 caracteres do que sofrer calado.
E o problema não é a dor. Não dá pra tentar fugir ou resolve-la.
O problema é o que a causa.
Mas a causa não é vista como dor. É vista como beleza e prazer!
Mas que beleza de dor prazerosa da porra!
sexta-feira, janeiro 29, 2010
sexta-feira, setembro 04, 2009
domingo, agosto 23, 2009
domingo, julho 26, 2009
Bárbaro Desejo de Felicidade
Da alvorada ao meio-dia
E, hoje, no seu aniversario
Não digo mais nada do que poderia;
Pensei em você três vezes no dia
E três vezes desejei alegria.
Resposta
Tenho os sentidos já dormentes
O corpo quer, a alma entende.
Perdi a minha sela e a minha espada.
Perdi o meu castelo e minha princesa.
Eu quero a espada em minhas mãos.
C:
Então da tua espada faz coração
Afiada com dois gumes [tum-dum]
Que a sela seja pulsação
E cada cada batida um galope [to-toc]
Ergue a bandeira na tua cabeça
E faz do teu corpo, castelo seguro
Faz do teu peito, concreto
Fortaleza segura que guarda a verdadeira arma
Tua arma, que é tua espada, que é teu cavalo, que é teu vigor.
sexta-feira, julho 10, 2009
quarta-feira, junho 10, 2009
Salvar a Terra: Conscientização ou medo?
Iain Simpson Stewart é um geólogo escocês e professor de geociência da Universidade de Plymouth, na Inglaterra. É conhecido por aparecer freqüentemente em documentários sobre o assunto.
Em seu documentário Earth - The Power of the Planet Stewart comenta sobre a Hipótese da Terra Rara. Termo que tem origem no livro Rare Earth: Why Complex Life Is Uncommon in the Universe do geólogo e paleontologista Peter Ward, e do astrônomo e astrobiólogo Donald Brownlee.
A teoria consiste em expor as diversas circunstancias singulares necessárias para a existência de vida complexa. Stewart apresenta em seu documentário varias destas circunstâncias. De acordo com os dados extraídos do documentário, explorarei os principais aspectos da teoria.
Do ponto de partida da criação da Terra até os dias de hoje, com a aparição de vida complexa, existem 4,5 bilhões de anos de acontecimentos astronômicos, geológicos e biológicos. Podemos começar citando que a estrela do nosso sistema, o Sol, é do tipo mais adequado de estrelas que conhecemos. Ela queima e produz a energia necessária para o planeta Terra.
Aproximadamente a 4,5 bilhões de anos atrás existia um planeta na órbita da Terra, Thea.. Pelo fato de pertencerem à mesma órbita, em um determinado momento, elas se chocaram. Este choque provou uma cadeia de acontecimentos importantes. Com esta colisão a Terra aumentou substancialmente de tamanho, com isso potencializando a sua força gravitacional. Sem esta gravidade a atmosfera vazaria gradativamente para o espaço e se não fosse pela atmosfera não existiria vida na terra. A atmosfera é responsável por mante-la aquecida, conduzir o clima, oxigenação, e proteção contra objetos que por ventura entrem no seu campo gravitacional.
Além do aumento massivo, o choque também acrescentou maior energia para o núcleo. Por este núcleo ser constituído basicamente por metais o seu campo magnético foi potencializado e serve como escudo para a os ventos solares. Sem está proteção a radiação solar seria implacável para a existência de vida complexa.
Quando Thea entrou em contato com a Terra ela se desintegrou formando um cinturão de fragmentos. No decorrer do tempo, esses fragmentos foram se aglutinando e formaram um satélite natural, a Lua. Comparado com outros satélites a lua é substancialmente maior, dado a sua diferenciada criação. A Lua é de extrema importância pra vida complexa. Ela que dá estabilidade para o planeta, equilíbrio climático e a movimentação das marés.
Todos esses acontecimentos convergem para dar suporte à criação de vida complexa. Na falta de um destes fatores a probabilidade de existência da vida cairia drasticamente, além de varias outras características mostradas no documentário e muitas outras explicitadas no livro.
A par disto podemos perceber que as dinâmicas geológicas e astronômicas ocasionam mudanças globais de extrema potencia. E que a vida complexa não deriva de acontecimentos delicados.
Os geólogos dizem que a atuação do homem na terra é tão significativa quanto um acontecimento geológico, mas Stewart comenta que esta ação não levará o Planeta Terra para a morte, assim como nem um outro acontecimento a levou.
O comediante George Carlin em seu texto Save the Planet vai deixar um pouco de lado a questão geofísica para criticar diretamente o ativismo pró Salve o Planeta.
A critica começa com o comentário sobre a quantidade de pessoas que estão preocupadas com tudo. Preocupada com o ar, terra, água, com o solo, preocupados com os inseticidas, pesticidas e aditivos de comida, causas do câncer, preocupadas em salvar as espécies ameaçadas. De acordo com Carlin “Salvar espécies ameaçadas é só mais uma tentativa arrogante dos humanos de controlar a natureza.” Que teria sido a causa originaria de nossos problemas. Ele comenta que mais de 90% das espécies que já viveram no nosso planeta já não existe mais e não fomos nós os culpados, isso é uma situação natural. Ele ressalta o conceito arrogante que os seres humanos apresentam em se achar na posição de tutor da Terra e querer salvar as espécies ameaçadas de arvores, mamíferos, insetos, e a maior arrogância de todas, salvar o Planeta. Ele explica que na verdade estes ambientalistas ativistas não se preocupam diretamente com o planeta, mas sim em um lugar limpo para viver, um próprio habitat. Preocupados em algum dia no futuro se sentirem pessoalmente incomodados.
Carlin não acredita que esteja acontecendo algo errado com o planeta, o planeta está bem, as pessoas que não. O planeta está aqui a cerca de 4.5 bilhões de anos, os seres humanos a apenas 100, talvez 200, mil anos e o engajamento com indústrias pesadas só existe há 200 anos. Ele relembra que o planeta já passou por problemas maiores que nós como terremotos, vulcões, tectônica das placas, raios solares, tempestades magnéticas, inversão magnética dos pólos, centena de milhares de anos bombardeados por cometas, asteróides e meteoros¹ , enchentes globais, maremotos, incêndios globais, erosão, eras glaciais recorrentes. E com isso ele não acredita que o ser humano seja um problema efetivamente eficiente para dizima a vida na terra, mas é absolutamente capaz de dizimar a própria.
Parafraseando Iain Stewart percebemos que ele comunga da idéia de que não é o planeta que corre perigo de morte;
Essa capacidade de lidar com as catástrofes é verdadeiramente algo muito especial da terra. Nosso planeta é muito durão, e não há nada que sugira que isto irá mudar num futuro próximo. A longo prazo, a terra pode superar qualquer situação em que a coloquemos. Nós podemos extinguir todas as florestas, mas ela pode renascer depois de alguns poucos milhares de anos. Podemos queimar todo combustível fóssil, enchendo a atmosfera com dióxido de carbono, mas mesmo assim levaria um milhão de anos ou mais para a atmosfera se recuperar. Até mesmo os animais que estão sumindo eventualmente serão repostos por outros igualmente ricos em diversidade, já que o trabalho implacável da evolução continua. É apenas uma questão de tempo. A terra ficará muito bem.
Conclusão
De acordo com Daniel Quinn, em seu livro Ismael: Um Romance da Condição Humana, o homem criou uma cultura onde ele é colocado como raça e ser de primordial importância para a existência do planeta Terra. Existe uma crença geral e uma sensação de que a raça humana é superior em todos os aspectos globais. Essa cultura, segundo Quinn, começou a ser estabelecida quando o homem deixou de fazer parte da natureza e a tomou como perigosa inimiga de quem precisamos nos defender, domar e dominar.
Partindo deste pressuposto, entendemos que a relação homem-natureza não se da em um mesmo nível. As manifestações naturais são caracterizadas como a favor ou contra a humanidade, mas é aceito que essas manifestações são geradas para simplesmente interagir conosco. Tendo isto em mente podemos exemplificar este sentimento quando o homem entende que, pelo fato da terra ser fértil ela está sujeita a interferência direta e indiscriminada do ser humano. Ela passa, então, a ser considerada uma terra produtiva.
Elaborado este conceito podemos tentar entender e formular uma hipótese para acusar o fator que cria o sentimento de culpa que a humanidade está sentindo por conta das mudanças globais;
Pelo fato do homem acreditar que a natureza existe em função da sua própria existência, ao passo que essa existência [do homem] é ameaçada ele entende que esta natureza está correndo perigo e tenta salva-la. Na verdade é uma tentativa se salvar a si mesmo.
____________________________________________________________________
STWART, Iain Simpson. (Diretor, 2007). Earth: The Power of the Planet (Dvd-vídeo) Inglaterra: BBC
QUINN, Daniel. Ismael: Um Romance da Vida Humana. Trad. Thelma Médice Nóbrega. São Paulo : Petrópolis, 1988
quarta-feira, maio 20, 2009
Spin #2
-Não não! Você não entendeu! As cores da vida são a própria poesia e a ausência das cores, são as pausas que a gente faz pra respirar.
segunda-feira, março 30, 2009
Só pra lembrar
E tua boca me seca os lábios
Abro mão do meu conforto
Pra me saciar da tua saliva
terça-feira, março 03, 2009
Doven tresemti tulo
Não conheço teu cheiro
E ainda sou parte sua.
Não conheço teu medo, tua graça
Sua extensão, sua criação, eu sou seu.
Ou tuas vontades e anseios
Tenho meus passos, mas meus pés são seus.
Não conheço teus sussurros nem teus gritos
Eu te amo superlativamente.
Teu jarro, tua planta, teu poema inacabado.
Teu cheiro! ... eu não conheço.
Sou teus olhos, tua boca a tua pele.
Tuas verdades e teus segredos
Sou teus carinhos, teus conselhos, tuas conversas
Tuas definições das coisas alheias
Sou teu amor
Nem tua raiva ou tua alegria
Eu te amo superlativamente.
Não conheço teus momentos felizes nem tristes
Sou a terça parte da tua grande obra
Não faço parte das tuas piadas, nem te faço rir
Teu soneto, tua sonata
Não sou teu amigo, nem sou teu namorado
Sou o primeiro movimento da sinfonia
Sou um mero conhecido
Sou teu
Conhecido? eu nem te conheço
E eu te amo superlativamente.
sou apenas um mero acaso.
sábado, janeiro 31, 2009
Para Mudar.
-É, a gente sabe de todas essas coisas. Quase sempre a gente sabe o certo ou oque se deve fazer, mas é difícil executar. A gente acaba levando a vida... Simplesmente vivendo.
-Não, não! Eu sempre paro pra pensar... (?) ...e fico parado.
segunda-feira, dezembro 22, 2008
segunda-feira, outubro 27, 2008
sexta-feira, agosto 01, 2008
Amor Cadente
Que seja lindo e queime rápido
Que aparece de repente
E que desaparece sem deixar rastro
Só uma boa memória do que passou
sábado, julho 12, 2008
Do ventre
E ainda sou parte sua.
Sua extensão, sua criação, eu sou seu.
Tenho meus passos, mas meus pés são seus.
Eu te amo superlativamente.
Teu jarro, tua planta, teu poema inacabado.
Sou teus olhos, tua boca a tua pele.
Sou teus carinhos, teus conselhos, tuas conversas
Sou teu amor
Eu te amo superlativamente.
Sou a terça parte da tua grande obra
Teu soneto, tua sonata
Sou o primeiro movimento da sinfonia
Sou teu
E eu te amo superlativamente.
quinta-feira, junho 05, 2008
Medida Certa
E não repito que amo mais do que deveria
Nem digo que amo menos do que poderia
Eu te amo na minha medida certa
Às pernas
Seria por entre teus antigos amores?
Entre as portas e gavetas bagunçadas
Na praia, pulando as ondas
Estaria perdido
Ou estaria ele na minha cama e longe de ti?
Onde estará você depois de pensamentos perdidos?
Queria te tocar os pensamentos
Queria me trocar os pensamentos
Queria te tocar
Queria-te
Queria-me queira-me
Poeira Cósmica
O sopro divino foi dado
Aquele pó da terra e das estrelas de antes
Somos homens
fomos estrelas
Deus soprou vida em estrelas mortas
quinta-feira, março 13, 2008
Esperma
Eu nunca fui um espermatozóide no meio de outros tantos milhões correndo desesperado...
Eu era um óvulo. Único. Parado, já no ventre da minha mãe, até que me apareceram milhões de espermatozóides querendo me fecundar. Dentre tantos milhões, eu escolhi um. E com ele eu cresci e sou um Cayo agora, ainda único...
p.s. Bem que eu poderia ter escolhido outro... mas... c’est la vie
Cayo César
terça-feira, março 04, 2008
Sem titulo #2
Sei só que foi onde eu me perdi
Teu cabelo se foi, tua pele se foi, tua inocência se foi
Mas ficaram-me as lembranças e teus claros olhos
Para que delas eu não me desfizesse, mas desfizesse a mim
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
Sem titulo #1
Não conheço teu medo, tua graça
Ou tuas vontades e anseios
Não conheço teus sussurros nem teus gritos
Teu cheiro! ... eu não conheço.
Tuas verdades e teus segredos
Tuas definições das coisas alheias
Nem tua raiva ou tua alegria
Não conheço teus momentos felizes nem tristes
Não faço parte das tuas piadas, nem te faço rir
Não sou teu amigo, nem sou teu namorado
Sou um mero conhecido
Conhecido? eu nem te conheço
sou apenas um mero acaso.
Lembrete Pessoal Nº 255414:
Motivo: Você não se apaixona pela pessoa em si, mas sim por uma idealização que você fez. Você pega poucas informações sobre ela, e o que falta você preenche com sua criatividade. Da uma de Quaderna quando ele conta uma historia "Quando a memoria falha, a imaginação preenche". Isso não funciona com o "amor" Cayo... Não quando se trata de você.
Então trate de esquecer logo.
Se um dia, no futuro, a outra parte quiser conhecer e deixar ser conhecida... ai talvez você possa tentar abrir o coração novamente, mas não seja leviano com você mesmo (no amor), porque os outros vão acabar sendo com você.
Fique bem,
seu eterno Você-Mesmo; César.
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Fotolog; Só para me lembrar.
29/01/08
Saber que minha presença decepciona e faz arrepender não me faz bem.
Mas também to arrependido.
Arrependido de ter tentando uma coisa que já sabia que não ia funcionar.
Arrependido de ter deixado uma coisa correr mais rápido que o necessário.
Arrependido de não ter deixado outras coisas correrem...
Parecia que eu tinha tantas coisas, mas me tiraram o pouco que eu realmente tinha... e duas vezes seguidas.
Isso não é coisa que se escreva em fotolog’s. Nem as próprias pessoas envolvidas entenderiam completamente.
Mas meio que escrevo pra mim mesmo e mesmo quando escrevemos para nós mesmos, queremos que outras pessoas leiam, mesmo que não entendam.
__________
30/01/08
O concerto começou!Obrigado por todos os que me ajudaram!
Vc's são otimos ;****
Agora é vê se dessa vez vou pelo caminho certo. =]
__________
31/01/08
É... eu to de olho em você... fazz tempo.
Sai mim... ne tu de não Milla!
Em fim... Shopëm mais basico e divertido que hj é dificil (não... não é dificil ne iza? HAHAHA)
Iza agora deu pra lêr meus pensamentos... e ela jura que acerta (ta... ela acerta sim...)
Bem... faixa de pedreste ou não.... é isso ai!
__________
07/02/08
Talvez você nem leia, talvez você leia e não entenda... talvez você nem leia, nem ligue, nem nada... talvez você leia e nem ache que é com você. Mas mesmo assim eu escrevo... como sempre fiz. Em fim:
O concertou parou. E quando tem “fermata” em cima da “pausa” a orquestra só volta a tocar quando o maestro quiser. E eu passei a batuta pra você. Vou sentar e esperar... se a musica não tocar, eu me levando e vou embora, mas antes disso acontecer eu vou estar sentado aqui a sua esquerda, com o violino debaixo do braço... só esperando seu sinal.
Pausa silêncio que pode durar mais ou menos tempo
Fermata é um sinal colocado acima ou abaixo de uma nota ou pausa, que prolonga a duração dos mesmos por mais tempo que o valor estabelecido.
Batuta é um bastão delgado, em geral de madeira leve, com que os regentes dirigem as orquestras.
terça-feira, janeiro 29, 2008
quarta-feira, outubro 31, 2007
Sou outros
Beijam-te com lábios não meus
Vivo a tua vida e a minha não me vive
Mas tenho desejos vivos, á flor da tua pele
Que há tempos não cheiro
É o rumo, o desalento, a pegada sob a onda
E cruzo caminhos não meus, estradas não tuas
E as caricias, não suas, que me fazem
É como o frio na barriga que da nos outro, nem sinto
Só e sem desfecho, como isso...
quarta-feira, setembro 19, 2007
quinta-feira, julho 26, 2007
sábado, junho 23, 2007
sábado, junho 16, 2007

terça-feira, junho 05, 2007
Seu Corpo
Eu gosto do que ele faz,
Eu gosto de como ele faz,
Eu gosto de sentir as formas do seu corpo, dos seus ossos.
E de sentir o tremor firme e doce de quando te beijo,
E volto a beijar,
E volto a beijar,
E volto a beijar.
terça-feira, maio 15, 2007
Que besteira...
De onde o vento nem faz a curva
de tanto que já rodou
Queria têr as asas da tanajura
As lanternas do vagalume
Pá vuá até onde tu tá
Na catingueira ou na arvore
de concreto onde tu mora
No céu cheio de estrela ou com uma estrela só
É sem rima que eu faço esse poema, é sem metrica, sem estilo e sem esperança
Esse amor-suspiro na mão de criança
Queria uma noite, um punhado de estrelas
Você... Mas ficou mais distante
Bem lonje, mal posso vêr
Tu tá tão longe que o vento nem passa mais pelos teus cabelos longos
Ele cansou de correr entre teus fios... frios fios...
sexta-feira, abril 20, 2007
segunda-feira, abril 16, 2007
quarta-feira, abril 11, 2007
terça-feira, março 20, 2007
sábado, março 17, 2007
Uma Parte Que Não Tinha
Não tem sol, nem solução
não tem tempero no meu dia
Não faz mal se a tradição nos traduz outra alegria
Não ter pressa dá a impressão de que a tarde virou
tédio
não tem bala, belo, bola ou balão
não tem bula meu remédio.
e não tem cura...
acho que me perdi numa excursão
que fiz na tua certeza e na contradição
e não tem cura...
acho que me perdi numa excursão
que fiz na tua palavra, no teu palavrão
Não tem sol, nem solução
não tem tempero no meu dia
Não faz mal se a situação não traduz nossa alegria
Não ter festa dá a impressão de que o mundo ficou
sério
não tem bala, belo, bola ou balão
não tem bula meu remédio.
e não tem cura...
acho que me perdi numa excursão
que fiz pra lua
no meu universo o sol é solidão
e não tem cura... acho que me perdi numa excursão
que fiz pra lua
no meu único verso o sol é solidão
Não tem mal, nem maldição
não tem sereno no meu dia
Não tem sombra e assombração
Não tem disputa por folia
Tem bola de capotão, capitão capture essa menina
tem saudade e saudação
tem uma parte que não tinha...
parte que não tinha... parte que não tinha...
O Teatro Magico
"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
"Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você"
"Você é riacho e acho que teu rio corre pra longe do
meu mar...
mar marvado seria o rio
que correndo do meu riacho... levaria o que acho
pra onde ninguém pode achar..."
E me vejo novamente nesse teatro mágico, onde o protagonista senta na platéia.
Este circo sem futuro...
Essas palavras que escrevo, às vezes sem sentido ate pra mim, pra vê se derramo um pouco dessa angustia desse coração vermeio e cheio de sangue vervendo.
Quanto mais podo mais cresce...
"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
"Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você"
"Você é riacho e acho que teu rio corre pra longe do
meu mar...
mar marvado seria o rio
que correndo do meu riacho... levaria o que acho
pra onde ninguém pode achar..."
E me vejo novamente nesse teatro mágico, onde o protagonista senta na platéia.
Este circo sem futuro...
Essas palavras que escrevo, às vezes sem sentido ate pra mim, pra vê se derramo um pouco dessa angustia desse coração vermeio e cheio de sangue vervendo.
Quanto mais podo mais cresce...
sexta-feira, março 16, 2007
Ele voltou a me dar trabalho, a mesmice de sempre
Mas agora eu já sei trabalhar direitinho, ate agora sim
Ai como ele ta apertadinho...
A diferença dessa vez é que eu já num to esperando promoção
"Esse olhar de apaixonado
De quem não quer dar bandeira
E faz cara de mal-humorado"
quinta-feira, março 15, 2007
A Lista - Oswaldo Montenegro
Faça uma lista de grandes amigos.
Quem você mais via há dez anos atrás.
Quantos você ainda vê todo dia?
Quantos você já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha.
Quantos você já desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre,
quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece;
na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora?
Quantos mistérios que você sondava?
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava,
hoje são bobos ninguém quer saber
Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo,
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que você não cantava,
hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava,
Hoje acredita que amam você?
terça-feira, março 13, 2007
Gregor Samsa visitou-me ontem à noite. No seu modo discreto de ser, pousou calmo na batata da minha perna. Assustado, bati o pé e o vi correndo a se esconder debaixo do móvel onde meu computador normalmente fica. Para quem bem me conhece nunca me dei bem com o Sr. Samsa. Fui direto buscar, sandália, veneno e reforços. Enquanto a cavalaria afastava os moveis do meu quarto, atrás do intruso, eu ficava no corredor. Não com medo, lógico que não, mas se por acaso Gregor tivesse a idéia de driblar a minha avó e passar pela fresta da porta? Iria ter alguém para avisar. Pois bem... Ele se escondeu muito bem escondido. Passei a noite meio acordado, meio dormindo, não com medo, lógico que não, mas se por ventura Gregor reaparecesse não precisaria me acordar. Sabemos, todos, que acordar alguém só pra conversar é uma tremenda falta de educação, não queria que ele passasse por saia justa desta.
No dia seguinte avistei a sombra de Gregor a rodear as paredes de me quarto. Sorte que ele não pousou em mim... Sorte dele é claro. Ele pousou bem na porta esperando cumprimento, mas recebeu uma sandáliada, que por desventura errei... Corri pra sala, não com medo, lógico que não, mas só pra não dar tempo de Samsa não se esconder tão bem quanto antes. E eu não lembrava como ele era grande, nossa... Pegou praticamente um terço da porta quando pousou nela. “Cadê cayo? Tem certeza que ele entrou?” “LOGICO! Eu não estou ficando louco e ele é MUITO grande” Foi quando eu o avistei na parte detrasi da porta... “ALI” Mostrei. Não fui matar ele, não porque tinha medo, lógico que não, mas sim porque minha avó empunha uma sandália muito melhor que eu. E então ele caiu estatelado de pernas pra cima. “Isso é a barata muito grande que tava no teu quarto?” “Eu JURO que ela tava bem maior a 3min atrás!!!”segunda-feira, março 12, 2007
segunda-feira, março 05, 2007
Furofinofurofundo
É, aquele acuado que carece ficar fundo
Fura'lma
-Melhor esquecer, disse...
Não esquece daquele espinho
______________________furo fundo
Catuca, remexe, arranca.
Esquecido ele fica lá, acudo, pronto e calado
Esperto, safado espeto, cerrado
Quando se esquece ele se remeche
Fica mais fundo, prende, gruda
E a dor é como da primeira vez.
Arraca, não arreia, arrasa
Tira
__depressa
_____corre
Sangra... Deixa sangra
Esboroa... Deixa esboroar
Sangue se lava
______se recupera
___________se leva
Espinho machuca
____________dilacera
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
O Dia.
domingo, fevereiro 11, 2007
Clico logo existo.
Clique antes de pensar
...
Uma coisa eu sei, pense após o clique.
penseantesdeclicar.blogspot.com pra você.
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
terça-feira, fevereiro 06, 2007
Hoje eu vi quanto o amor é cego. É pateticamente cego... O meu foi tão futil...
Ridiculo eu diria... e hoje eu ri disso.
Antes era tudo bem complicado... uma teia praticamente.
Na verdade não era. Era tudo somples.. ridicurlarmente simples. Patetico.
Eu que maquiava complicações pra ter veias de esperança.
Meu Deus... Que ridiculo...
sexta-feira, fevereiro 02, 2007
sábado, janeiro 27, 2007
Salzburgo, 27 de Janeiro de 1756 — Viena †
-É o que eu mais quero na vida; ser lembrando depois de morto.
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Qualquer coincidência é mera semelhança.
-Acontece que eu tenho uma resposta para isso: Porque espera estar errado e cada vez que ela faz algo que te diz que ela não é boa, e você ignora e todas as vezes que ela se comporta bem e te surpreende... Ela volta a te conquistar... E você perde o argumento consigo mesmo, de que ela não é para você.
-Exato!"
"Eu comprovei que quase tudo o que se escreveu sobre o amor é verdadeiro. Shakespeare disse: "as viagens terminam com o encontro dos apaixonados." Que idéia mais extraordinária! Pessoalmente, eu nunca experimentei nada, nem nada parecido com isso, mas estou mais que convencida de que Shakespeare sim. Suponho que eu penso sobre oamor mais do que alguém deveria. Admira-me constantemente seu esmagador poder de alterar e definir nossas vidas. Também foi Shakespeare quem disse que o amor é cego. Agora isso! É algo que eu estou segura de que é verdade. O Amor Não Tira Férias para algumas pessoas, que quase inexplicavelmente... o amor apaga-se. Para outras, o amorsingelamente se perde. Enquanto é verdadeiro, o amor também pode ser encontrado... ainda que seja só por uma noite. No entanto, existe outro tipo de amor. Do tipo mais cruel. Aquele que, praticamente mata suas vítimas. Chama-se "amor não correspondido" e nesse eu sou uma especialista. A maioria das histórias de amor falam de pessoas quese apaixonam entre si. O que acontece sobre os demais? E sobre as nossas histórias? A daqueles que nos apaixonamos sozinhos? Nós somos vítimas de um lado do caso. Nós somos o feitiço dos seres queridos; os seres não queridos, os feridos que sevalem por si mesmos, os incapacitados sem estacionamento reservado. Sim, vocês estão olhando a uma destas pessoas. E eu amei por vontade própria a esse homem durante três, amargos anos, sem dúvida os piores de minha vida... os piores natais...os piores aniversários. Novos anos chegam com lágrimas. Nestes anos em que tenhoestado apaixonada eu tenho estado nos dias mais sombrios da minha vida. Tudo porque eu fui amaldiçoada de estar apaixondar por um homem que não irá me corresponder no meu amor. Oh, Deus, só um sinal dele, o coração acelera... sinto um no na garganta.Não posso nem engolir!Oh, os sintomas costumeiros."
Trechos de falas do filme "O Amor Não Tira Ferias" (The Holiday)
sexta-feira, janeiro 19, 2007
quinta-feira, janeiro 11, 2007
terça-feira, janeiro 09, 2007
domingo, janeiro 07, 2007
Nota rapida
Ao medo

E quando abri a porta me deparei com a escuridão da casa. Ah quanto medo sempre tive das escuridões das casas. Então me forcei aos pensamentos comuns “Tudo não passa da minha imaginação. Tudo vem de dentro de minha mente”
Depois de breve auto-afirmação passei a ter muito mais medo do escuro.
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Primo Basílio:

" - Tinha suspirado
Tinha beijado o papel devotamente
Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades
E o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas
Como um corpo ressequido que se estira num banho tépido
Sentia um acréscimo de estima por si mesma
E parecia-lhe que entrava enfim uma existênciasuperiormente interessante
Onde cada hora tinha o seu intuito diferente
Cada passo conduzia um êxtase
E a alma se cobria de um luxo radioso de sensações."
Eça de Queiroz
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Queria escrever-te versos assim feito esse de Eça... Mas seria meu fim, definitivamente.
Escrever-te inflações de ego? Não sobraria de mim pra tu. Não sei mais o que te esccrever...
O que escreverei mais se ja virei apenas versos... Me escrevo.
Agora eu me escrevi todo... Te dei, tu leu, riu e devolveu. Agora me releio e não me entendo.
Tu não me tens... Eu não me tenho.
O que será de uma cousa que nem dela ela é?
Mas hoje eu me joguei no vento... Cartas soltas sempre são lidas.
Ou não.

